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5 razões para assistir Jane the Virgin hoje mesmo!


Quando fiquei sabendo que a The CW estava preparando uma série inspirada em uma novela latina, meus olhinhos já brilharam. Isso porque além de fã de novelas mexicanas, argentinas e etc (ok, não sou tão fervorosa, mas gosto muito), uma das minhas séries favoritas de toda a vida - para vocês terem noção do amor, até hoje não tive coragem de ver os últimos episódios - foi inspirada na tão famosa Betty, a feia: Ugly Betty. Quando fiquei sabendo que o Jaime Camil estaria na trama então, não tive dúvidas de que iria acompanhar.

Mas calma aí: Jane the Virgin não é uma série apenas para fãs de novelas mexicanas não, muito pelo contrário! Quer saber porque você deve assistir, sem preconceitos essa série novata tão, mas tão encantadora? Continue lendo este post, e depois corra para o site de downloads mais perto de você.

5. Jaime Camil e o genial Rogelio de la Vega.
Em uma série baseada numa novela venezuelana (Não é mexicana, viu? Mas teve uma versão no país ano passado) é bastante perigoso que a história se torne caricata e forçada, tornando-se um temível fracasso. Mas Jane the Virgin mostra como é despretensiosa e até mesmo ousada ao criar o personagem Rogelio de la Vega, um ator mexicano exagerado, protagonista da novela extremamente exagerada Passions of Santos e que faz um enorme sucesso. É através do personagem de Jaime Camil que a série faz piada de si mesma e expressa o que poderia ser dela, caso não fosse algo tão bem feito. Ah, preciso nem dizer que o ator arrasa e dá um show de humor no papel, não é mesmo? Adoro Jaimito since Seu Fernando


4. É impossível não se identificar com Jane.
Feminina, desastrada, engraçada, sonhadora e batalhadora. É a típica jovem que trabalha, estuda e ainda consegue um tempo para estar com aqueles que ama. Acho que essas palavras resumem perfeitamente não só a nossa protagonista Jane Gloriana Villanueva ~imagine a voz do narrador~, mas também grande parte das garotas de hoje em dia. A personagem não é aquela protagonista perfeita, que parece estar sempre num pedestal, longe disso! Mas ao mesmo tempo em que nos identificamos por ela, ela pode nos servir de inspiração pela maneira com que enfrenta momentos difíceis, como a gravidez inesperada, a descoberta de quem é seu pai apenas aos 23 anos e até humilhações públicas.

3. Primeira série da The CW indicada ao Globo de Ouro.
Muita gente por aí tem preconceito com o canal (havemos de admitir que realmente eles tem algumas manias e atitudes que canais maiores já aboliram há algum tempo), mas isso não quer dizer que suas séries não possam ter uma qualidade acima do comum. A indicação da série ao 72º Golden Globe Awards é a prova disso. Com uma fórmula que ao mesmo tempo valoriza e satiriza o povo e os costumes latinos, a série conseguiu conquistar algo que quase ninguém esperava, e abre um precedente super bacana para as outras histórias do canal.

2. Usa elementos de novelas latinas para criar humor.
Mesmo que seja um fã de novelas mexicanas você tem que admitir que elas geralmente são um pouco exageradas. Quando não são os acontecimentos sem pé nem cabeça que surgem do nada, é o drama acima do aceitável (vide a clássica cena entre Soraya e a maldita aleijada). Pois Jane the Virgin usa muitos desses elementos para causar risadas no seu público. Mas calma que a série não é nenhum novelão mexicano, viu? Ela sabe usar de todo esse drama com parcimônia e nos momentos certos. O sucesso da série só prova que esta formula dá mais do que certo entre o público e a critica americana.

1. Gina Rodriguez.
O que dizer da Gina que mal conheço mas já considero pakas? Filha de pais porto-riquenhos, a atriz tem um excelente timing para comédia, além de saber fazer caras e bocas com tanta naturalidade que chega a ser encantadora! Todo seu talento contribui muito para o ritmo acelerado dos episódios (sério, é aquele tipo de série em que você acha que o episódio está apenas começando, mas já está acabando). Não é a toa que logo de cara conseguiu ser indicada e ganhar um Globo de Ouro, não é mesmo? Aliás, ela é uma gracinha assim como a personagem, dá vontade de apertar :3

Como não amar essa pequena chorona? :')

E aí, consegui te deixar curioso para assistir Jane the Virgin? Você pode assistir e fazer o download da série nos links abaixo. Vamos torcer para não demorar muito para algum canal aqui do Brasil comprar a série. O mundo precisa conhecer e se divertir com essa fofura!

LINKS: Assistir Online | Downloads: RMBV, Torrent 1, Torrent 2, Legendas.

Conheça a série: Switched at Birth


Como boa seriadora fiquei um pouco espantada ao perceber há quanto tempo não atualizo essa categoria do blog. Talvez porque a maioria das que acompanho já estão em temporadas bem avançadas, o que me desincentiva a escrever sobre elas, mas mesmo assim.

Por isso hoje resolvi indicar para vocês uma série que eu acompanho desde o início e que mudou um pouco minha cabeça para diversas coisas da vida - desde o meu modo de assistir séries, até a maneira como eu vejo deficientes físicos e pessoas com necessidades especiais: Switched at Birth.

A série Switched at Birth conta a história de duas adolescentes que foram trocadas na maternidade. Bay Kennish cresceu em uma família rica, com seus pais e um irmão. Enquanto isso, Daphne Vasquez cresceu filha de mãe solteira. Além disso, a garota contraiu meningite quando criança, sendo então surda como sequela da doença. A situação se torna dramática quando as famílias se encontram e precisam aprender a viver juntas, para o bem das garotas.


Aposto que essa sinopse deve ter feito vocês pensarem "bléh, que clichê!". Foi isso que eu pensei também! Mas todos os clichês que eu imaginava aconteceram nos primeiros minutos do primeiro episódio, e a partir daí a série toma rumos diferentes e acaba nos surpreendendo e encantando.

Switched at Birth mais do que nada é uma série sobre família. Duas famílias completamente diferentes que se veem ligadas pela troca de suas filhas na maternidade, e que acabam tendo que conviver para que possam estar perto de ambas as meninas. A série narra o dia a dia dessas famílias após a descoberta, e foram esses elementos que mudaram um pouco meu gosto para séries.

Mas ao  mesmo tempo em que o foco é nessa convivência, existem vários problemas e segredos por trás dessas duas famílias: a Kennish, aparentemente tão perfeita e estruturada não sabe como lidar com seus filhos, e esconde vários problemas e frustrações; Já a Vasquez esconde muitos segredos, e trás diversas surpresas para a trama. Ah, e tem personagens recorrentes muito, mas muito cativantes!

Algo que me surpreendeu e me fez ver o mundo com outros olhos foi o modo como os deficientes auditivos são retratados. Claro que eles enfrentam preconceitos e dificuldades, mas esse não é o foco: eles são mostrados como as pessoas normais que são, levando vidas normais e enfrentando problemas que qualquer outra pessoa enfrentaria. Os surdos não são tratados como coitadinhos, nem mesmo a protagonista Daphne (que é a personagem menos querida pelo público). Eles são mostrados como realmente são, e muitas vezes somos colocados em seu lugar, como no episódio totalmente em ASL (American Sign Language).


O elenco não tem nomes muito famosos aqui no Brasil, acho que o Lucas Grabeel (High School Musical) e o Austin Butler (The Carrie Diaries) são os mais conhecidos por aqui. Mas isso não quer dizer que o elenco seja ruim! Temos Vanessa Marano (Gilmore Girls) como Bay, Katie Leclerc como Daphne, Sean Berdy como Emmet, Lea Thompson (De Volta para o Futuro) como Kathryn Kennish, D. W. Moffett (Friday Night Lights) como John Kennish, Gilles lindo Marini (2 Broke Girls) como Angelo, Constance Marie (George Lopez) como Regina e Marlee Matlin (vencedora de um Oscar por Filhos do Silêncio) como Melody. Isso fora algumas participações especiais como a Zoe Deutch (que é filha da Lea Thompson), protagonista de Academia de Vampiros e Maiara Walsh, de Cory na Casa Branca.

Essa é aquela série com a qual, por mais que eu me irrite com as escolhas e atitudes de alguns personagens, eu não consigo odiar. Mesmo que meus personagens favoritos (oi Bay e Angelo!) tomem atitudes erradas, mesmo que a personagem que mais odeio sempre se dê bem, eu sigo amando mais e mais!

E esse é o principal motivo desse post: compartilhar todo o amor que sinto por Switched at Birth com vocês! Esperam que tenham gostado dessa indicação de série bem diferente e pessoal. Mas não consegui me expressar de outra maneira para convencer vocês a conferir essa série tão amor!

    DOWNLOAD LEGENDADO: Torrent | RMVB | Ver Online

      Conheça a [Nova] Série: The Crazy Ones.


      Sim, eu estou viva! Após sofrer horrores com as provas e trabalhos da faculdade, além da falta de criatividade para o conteúdo do blog, estou de volta! E vou falar de algo que sempre bomba aqui no Obsessive Jerk: Séries!

      The Crazy Ones estreou dia 26 de setembro e é a mais nova sitcom da CBS. Para ser sincera, não tinha ouvido falar dessa série até ver uma postagem aleatória na timeline do Facebook (que por sinal sequer me lembro da matéria ou de que página postou). Fiquei curiosíssima para assistir a série por um motivo em especial: Se passa em uma agência de Publicidade!

      O elenco conta com o astro Robin Williams, que marcou a minha infância e a de 80% das crianças dos anos 1990 e Sarah Michelle Gellar, a eterna Buffy (que eu morro de vontade de assistir) e foi o fator decisivo na hora de resolver o dilema "baixar ou não baixar", algo de que todo seriador que não tem tempo pra seu vício sofre, haha.

      Confira o trailer legendado.

      A série acompanha a vida de Simon Roberts (Williams), um publicitário brilhante - além de extremamente cômico - que mantém uma agência ao lado de sua filha Sydney (Gellar), a diretora de criação. Esta, além de ter que lidar com as esquisitices do pai, que além de tudo é seu sócio, também tem que lidar com o comportamento e decisões deste dentro da empresa, enquanto tenta construir uma carreira sólida no ramo  publicitário.

      O episódio piloto fez um tremendo sucesso: teve mais de 15 milhões de espectadores! Um fator que pode ter contribuído para isso é o fato de ter sido exibido entre os fenômenos The Big Bang Theory e Two And a Half Man, mas a qualidade da série é inegável, além claro, do talento e ótima atuações do elenco.



      A série conta também com James Wolk (Mad Men), Hamish Linklater (The New Adventures of Old Christine) e Amanda Setton (Gossip Girl, The Mindy Project), além de David E. Kelley como produtor.

      Conheça a série: The New Normal

      Abnormal is The New Normal (Anormal é o Novo Normal).

      The New Normal conta a história de Bryan Collins (Andrew Rannells) e David Sawyer (Justin Bartha) um casal homossexual que deseja formar uma família. Após um longo processo de entrevistas contratam Goldie (Georgia King), uma jovem mãe recém divorciada, para ser sua barriga de aluguel.

      A série não mostra apenas a história do casal, mas também de Goldie, sua filha Shania e a avó que a criou, Jane (ou Nanna) uma típica empresária do interior: divorciada, republicana e preconceituosa.

      Goldie viveu muito tempo em um relacionamento com o pai de Shania onde era sequer respeitada, e decidiu ir para a cidade grande em busca de seu antigo sonho: tornar-se advogada.



      A série é muito amor! A relação de Shania com Bryan, da avó e da assistente Rocky com toda a família causam muitas risadas! E a série, além de engraçada, faz com que pensemos sobre diversos assuntos da atualidade como divórcio, homossexualidade, preconceito, bullying, traição, e até mesmo namoro na 3ª idade. E tem uma característica própria que a torna muito fofa!

      Além de caras pouco conhecidas no nosso país, o elenco conta com Justin Bartha, famoso pelos filmes da trilogia Se Beber Não Case e tem participação do nosso querido Tio Jesse de Três é Demais, o agora quarentão gato charmoso John Stamos.

      Elenco e produtores no PaleyFest 2012.

      A série foi criada por Ryan Murphy (sim, o criador de Glee e American Horror History) e muito se diz a respeito desta ser uma espécie de "auto-biografia". Vários elementos nos fazem ter certeza imaginar isso: Ryan vive um relacionamento homossexual e seu marido chama-se David Miller, até o sobrenome do personagem soa parecido! E tiveram um longo processo de entrevista às candidatas à barriga de aluguel, exatamente o que acontece com Bryan e David.

      O personagem Bryan é produtor de uma série musical chamada Sing, que se passa em um colégio e tem a protagonista chamada Clea. É muita coisa para ser mera coincidência, não?


      A série, infelizmente, foi cancelada após sua primeira temporada, devido à baixa audiência. Mas foi uma temporada tão amor, tão completa e tão cativante, que apesar do desejo de 'quero mais', os fãs sequer ficaram revoltados, pois foi uma temporada de 22 episódios que valeu muito a pena!

      Ah, já ia me esquecendo! Como é típico de comédias, os episódios de The New Normal têm apenas 22 minutos, em média, e foram exibidos pela NBC.

      Links para download: SériesTvix, SeriesEmpire e Séries-Torrent.

      CONHEÇA A SÉRIE: My Mad Fat Diary


      Classificação Indicativa: 16 anos.

      Lincolshire, Inglaterra, década de 90. Ali a adolescente de 16 anos Rachel Earl, ou como gosta de ser chamada, Rae (interpretada por Sharon Rooney) vive com sua excêntrica mãe (Claire Rushbrook). 

      Após uma tentativa de suicídio, esta passou o último verão internada em uma clínica psiquiátrica, onde vivia isolada de toda a sociedade e da única amiga que cultivara até então: Chloe (Jodie Comer). Apesar de tudo, ali levava uma vida tranquila, junto aos também pacientes Tix (Sophie Wright) e Danny 2Hats (Darren Evans).

      Ao sair do hospital, enfrenta vários desafios como tentar superar seu problema de obesidade e baixa auto-estima; reconquistar a amizade de Chloe e passar uma boa impressão para seus novos amigos; conviver com o novo namorado imigrante ilegal de sua mãe e encontrar o garoto perfeito para dar seu primeiro beijo e perder a virgindade.

      Produzida pelo canal E4, na Inglaterra, My Mad Fat Diary é baseada na autobiografia de Rae Earl, publicada como My Mad, Fat Teenage Diary, e com apenas seis episódios (já começaram as filmagens da 2ª temporada, yay!), entrou na minha lista de séries favoritas.

      A série é exibida e produzida pelo canal E4, o mesmo de Skins e Misfits;
      Ela causa riso, choro, ódio, indignação... E consegue retratar muito bem a tensão psicológica da personagem principal.
       
      Aliás, me identifiquei até demais com a Rae. Seus problemas com o peso, com os garotos e com suas amizades fizeram com que eu pensasse na minha própria vida. E acho que o episódio da Season Finale merece o prêmio de Episódio Em Que A Jéssica Mais Chorou Na Vida. Sério, chorei do começo ao fim, por motivos diferentes, e cheguei a soluçar.


      A série é ideal para quem tem pouco tempo, ou já assiste muitas séries, já que sua primeira temporada tem apenas seis episódios – e a segunda terá oito -, apesar do sofrimento que é esperar até a estréia, já que só será exibida em janeiro de 2014.
      FanArt utilizando uma frase do livro My Mad, Fat Teenage Diary.


      [EDITADO] Obrigada ao dono (a) do @MMFD_Brasil pelas infos sobre o início das gravações e o número de episódios da Season 2 :D