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Já acabou, 2015?


Antes de mais nada eu sei que 2015 já acabou há uns bons dias, é que eu devia ter publicado esta postagem antes, mas não deu. Então relevem, haha.

2015 não foi um ano nada fácil. Me sinto como a menina do vídeo que após apanhar horrores, se levanta e diz "Já acabou, 2015?" A sensação que tive foi ao mesmo tempo de que ele durou 30 meses, mas também que estava passando tão rápido como se fossem 12 dias.

Neste ano que passou senti muito medo, muita insegurança, tive muitas dúvidas. Mas conforme os dias foram passando, fui conseguindo vencer alguns obstáculos importantes, consegui transformar todos esses sentimentos ruins que vinha carregando em sentimentos únicos de segurança, confiança e saudades. Muitas saudades.

Os motivos de tantas saudades? São vários. Primeiro, a distância da minha família, que eu sinto que mais cedo ou mais tarde, vai acabar aumentando mais e mais, deixando aquela dualidade entre manter-me confortável aqui com eles, ou correr atrás dos meus objetivos. Saudades dos amigos e momentos mágicos (confesso, não foram muitos) que vivi na faculdade: "me formei" há menos de um mês, mas acreditem ou não, já estou sentindo muita falta de tudo. Saudades dos meus amigos de grupo no TCC, dos colegas do estágio, dos professores que acabaram se tornando amigos, da correria que foram estes dois últimos semestres da minha graduação... Teve também aquela boa e velha saudade das coisas que não vivi. Não sei como isso é possível, mas eu sou a louca da nostalgia, e sim, sinto nostalgia até com coisas que não aconteceram, que não vivi, e etc.

A insegurança para o que 2016 me reserva está aqui, mas confesso que toma menos força dentro de mim a cada dia. Tenho medos, mas também tenho sonhos e objetivos. Quero acima de tudo alcançar todos eles e poder dizer para todo mundo que eu consegui, e isso a partir do meu esforço diário. Por isso, só peço uma coisa para este novo ano que se inicia: CORAGEM. Coragem para viver, para sentir, para temer, para realizar. Coragem para ser eu mesma, e enfrentar os desafios que prometem ser muitos neste meu primeiro ano como formada em Publicidade.


Mas vamos falar de coisa boa vamos falar de Iorguteira Top Therm. Vamos fazer uma breve retrospectiva com o que eu vivi esse ano, tal qual fiz ano passado.

Em 2015 eu...
  • Terminei a faculdade! Os três primeiros anos pareceram décadas, mas este último ano... Passou voando!
  • Devido ao estresse, acabei engordando todos os quilos que tinha perdido em 2014 :(
  • Aprendi que amizades verdadeiras existem, sim;
  • Tive que aprender a lidar com a saudade. Mas acho que ainda não consegui;
  • Criei muitas expectativas que acabaram virando ilusões, mas ao mesmo tempo aprendi a confiar mais em mim, e depositar menos expectativas nos outros;
  • Tive uma crise enoooorme de labirintite. Durou incontáveis dois meses. Só de lembrar já fico zonza;
  • Li muito menos do que gostaria e não me orgulho nadinha disso;
  • Infelizmente as circunstâncias fizeram com que eu me afastasse um pouco das minhas melhores amigas. Mas quero mudar isso !

Melhores livros de 2015:
  • Carrie, A Estranha - Stephen King;
  • O Hobbit - J. R. R. Tolkien.
Li pouquíssimos livros esse ano, apenas 14! Nem eu acredito que foi só isso. Porém, como disse, foi meu último ano na faculdade e eu já esperava que isto fosse acontecer. De todos os livros que li, com toda a certeza O Hobbit e o último livro de 2015, Carrie, A Estranha, foram os melhores e que mais me divertiram nesse ano tenso! Ou seja, além de ter lido pouco, não fui muuito feliz nas minhas escolhas literárias, hehe. Ah, reli também a trilogia Jogos Vorazes, mas isso eu conto em outro post (Você pode conferir tudo que li ~na minha vida~ lá no meu Skoob).

Melhor série de 2015:
  • The Middle.
Pasmem: comecei apenas três séries em 2015: The Middle, Younger e Unbreakable Kimmy Schmidt, todas comédias de em média 20 minutos. No começo achei The Middle bem fraquinha, mas com o passar do tempo me encantei tanto pelos personagens (em especial minha Sue Sue Heck <3) que estou cada dia mais in love com essa série. Aliás, eu e minha irmã começamos a maratonar em julho e já estamos em dia, yey!

    Melhores filmes de 2015:
    • A Teoria de Tudo
    • A Lista de Schindler;
    • De Volta para o Futuro II.
    Assisti tãããão poucos filmes nesse ano que passou. Mas a maioria foram maravilhosos! Me propus a assistir alguns filmes clássicos da cultura pop, e não me arrependi! De Volta para o Futuro é a prova disso! Ainda não assisti a última parte, mas sim, é tudo isso que sempre falam! A Lista de Schindler é simplesmente um dos filmes mais lindos e inspiradores que já vi, mesmo já tendo visto vários sobre este período da Segunda Guerra Mundial (acho que talvez, fique atrás apenas de O Pianista que para mim é O filme). Dos filmes atuais, o que mais amei foi A Teoria de Tudo (por incrível que pareça assisti alguns filmes vencedores do Oscar no ano passado, haha), uma pena que o livro ficou tão abaixo das minhas expectativas (logo mais tem resenha aqui no blog).

    E para você, quais foram os melhores livros, filmes e séries do ano que passou? E quais os seus momentos mais marcantes? Conte para mim aí nos comentários.

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    As Melhores Leituras de 2015

    Oi, Oi pessoal! Voltei com uma enorme saudade e também trazendo para vocês as minhas melhores leituras de 2015. Como o ano está chegando ao fim, resolvi relembrar tudo aquilo que mais me marcou. Foram 365 dias de historias incríveis, apesar do pouco tempo que tive para ler, enfim... vamos lá.

    TOP 03 LEITURAS DE 2015:

    UM CASO PERDIDO — Colleen Hoover
    Li esse livro em janeiro logo no comecinho de 2015, e foi maravilhoso, pois já comecei o ano bem. Um Caso Perdido é encantador, envolvente, misterioso, fofo, dramático e ao mesmo tempo engraçado. Eu teria mil e um adjetivos para falar sobre ele, já que se tornou um dos meus livros preferidos. Ele tem aquele domínio sobre o leitor, onde você começa a ler e não consegue parar até descobrir todos os segredos. Collen Hoover aborda muitos temas polêmicos nesse livro, mas não tem nada de clichê, é extremamente diferente de tudo que já li. Inclusive estou louca para ler a continuação dele Sem Esperança narrado por Holder, um dos protagonistas da história.

    PROIBIDO — Thabita Suzuma
    Quem leu minha resenha desse livro aqui sabe o quanto ele me marcou. Proibido trata de um tema bastante polêmico e pouco abordado, por isso mesmo acredito que num primeiro momento causa choque e talvez até um impacto negativo no leitor, mas gosto de coisas impactantes e diferentes, e ler esse livro foi uma das melhores coisas que já me aconteceu. É bom ler coisas diferentes do seu cotidiano, para que possamos respeitar mais e julgar menos as pessoas. Eu me apaixonei por Maya e Lochan, pela sensibilidade e delicadeza de ambos. É sem dúvidas um dos melhores livros que já li.

    UM PORTO SEGURO — Nicholas Sparks
    Nunca tinha lido nada do Nicholas Sparks: achava que ele era autor de livros muito melosos e clichês, mas me enganei. Eu tinha visto o filme Um Porto Seguro e me apaixonei pela história, e logo em seguida ganhei o livro de presente. Como é de se esperar, é claro o livro é muito melhor, apesar de a adaptação ser maravilhosa também. Achei uma jogada de mestre introduzir temas polêmicos em uma narrativa tão leve. O livro é uma delícia de ler, muitas vezes me sentia na praia também hehe, fora que é super romântico e tem citações lindas: “Eu realmente acredito que, embora o amor possa ferir, ele também seja capaz de curar”.

    Espero que tenham gostado das minhas escolhas, e também desejo à todos um Feliz Ano Novo! Que 2016 seja um ano repleto de leituras marcantes, e que vocês possam realizar todos os seus objetivos! Muito obrigada por todos os comentários, visitas, elogios, fazemos tudo com muito carinho para vocês. Abraços e até ano que vem.

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    Retrospectiva Literária 2014


    Em 2014 tive muitas coisas da faculdade pra fazer, então acabei não lendo tanto quanto gostaria. No início do ano achei que não ia passar dos 10 livros, mas consegui chegar nos 21 - infelizmente 4 a menos do que 2013. Mas posso ficar contente mesmo assim, pois não li nada realmente ruim (ah, como foi bom me livrar de boa parte dos livros obrigatórios da faculdade, hehe).

    Como fiz no ano passado, preparei uma retrospectiva literária para vocês. Quem inventou a tag neste formato foi a Tary do Doces Rodopios, e adoro porque é um tanto detalhada e em forma de perguntas, não apenas para indicar favoritos e etc. Quer ver só?

    Livros lidos em 2014:
    • A Última Música - Nicholas Sparks;
    • Bela Maldade - Rebecca James;
    • Estilhaça-me - Tahereh Mafi;
    • Destrua Este Diário - Keri Smith;
    • Contos da Seleção - Kiera Cass;
    • Todo Dia - David Levithan;
    • Pandemônio - Lauren Oliver;
    • A Escolha - Kiera Cass;
    • Cidade de Vidro - Cassandra Clare;
    • Um Amor Para Recordar - Nicholas Sparks;
    • Divergente - Veronica Roth;
    • The 100: Os Escolhidos - Kass Morgan;
    • A Cidade do Sol - Khaled Hosseini;
    • Os Contos de Beedle, o Bardo - J. K. Rowling;
    • Orgulho e Preconceito - Jane Austen;
    • Insurgente - Veronica Roth;
    • Mídia Impressa - Newton Cesar
    • Réquiem - Lauren Oliver;
    • Extraordinário - R. J. Palacio;
    • Vende-se em 30 segundos - Tiago Barreto;
    • Convergente - Veronica Roth;
    • Maze Runner: Correr ou Morrer - James Dashner.

    • O casal mais apaixonante:
    Apesar de ter lido alguns livros mais românticos este ano, não fiquei realmente apaixonada por casal nenhum, dá pra acreditar? Não, FourTris sequer chegou no meu coração. Thomas e Teresa me deixa com aquela pulga atrás da orelha, mas não são exatamente um casal (até onde li, pelo menos). Acho que os enamorados que me encantaram como casal foram apenas Mr. Darcy e Lizzie Bennet, de Orgulho e Preconceito. Nunca tinha lido nenhum romance do gênero, muito menos da Jane Austen, e achei simplesmente encantador como tudo aconteceu entre eles. Mal posso esperar por ler mais coisas da autora!

    • Virei a noite lendo:
    Como disse no post do ano passado, sempre leio de madrugada. Mas foram dois os livros que não consegui desgrudar os olhos até terminar: Extraordinário e Correr ou Morrer. O primeiro tinha uma história tão encantadora, um desenvolvimento tão bonito, que não conseguia segurar a curiosidade (além de que tive algumas noites de insônia em que li a madrugada toda); No primeiro livro de Maze Runner os capítulos terminam de maneira tão bombástica que era impossível parar!

    • Chorei de soluçar:
    A Cidade do Sol. Acho que todo mundo já tinha lido esse livro há anos, menos eu. Porém depois que ganhei O Caçador de Pipas me tornei uma grande fã do trabalho do Khaled Hosseini, porque suas histórias sempre conseguem tocar no fundo da minha alma, me deixando extremamente envolvida e sensibilizada. Adoro livros assim!

    • Livro irrelevante do ano/O mais chato:
    Não me matem. Mas pra mim o livro mais chato do ano foi Cidade de Vidro. Não critico nem a história em sí, é muito criativa e até gostei, o meu problema é com a escrita da Cassandra Clare. Pra mim ela poderia resumir aquelas quase 500 páginas em 200 facilmente: não consigo gostar do quão detalhista ela é. Fora que pela quantidade de coisas que acontecem nesses livros, pra mim a história estaria ocorrendo no decorrer de meses (pelo menos juntando todos os 3 livros), mas quando ela explica, são apenas dias (fico muito wtf? com isso, confesso).

    • Grifei:
    Não gosto de grifar meus livros, mas a história que me deixou com aquela vontadinha de tantas coisas bonitas que dizia foi Extraordinário. Estou doida para ler o livro de preceitos do Sr. Browne, só pelas frases inspiradoras que deve ter.

    • Soco no estômago:
    A Cidade do Sol. Como lidar com as lágrimas e todas coisas que o Hosseini me faz pensar e sentir? Tudo o que as mulheres afegãs passam, tudo o que essas duas protagonistas em especial passaram... É demais pra qualquer ser humano sequer pensar em aguentar. Agora imaginem pensar que boa parte das moradoras do Afeganistão passam por coisas parecidas. É de doer o coração!

    • Decepção do Ano:
    Os Escolhidos. The 100 é com certeza uma das melhores séries que assisto atualmente, mas tem um problema: não consigo gostar dos personagens. E não digo gostar de amar, mas sequer consigo sentir empatia pela maioria deles. O livro foi super decepcionante por motivos de: alguns personagens são sim cativantes - os dois melhores sequer aparecem na série, fueeem - mas a história é muito superficial. Tem um número exagerado de pontos de vista, que acaba andando em círculos.

    • Abandonei:
    O único livro que abandonei de verdade esse ano foi um que deveria ler para a faculdade: Redação Publicitária - Teoria e Prática. Simplesmente não conseguia ler 2 páginas sem cair no sono. Era literalmente um baita de um remédio pra insônia. Adoro Redação Publicitária, mas estudar suas teorias é um plong (Clareanos entenderão, hehe).

    • Morri de rir:
    Gente, estou em choque. Não tive nenhuma leitura realmente leve esse ano. Os únicos livros que me tiraram algumas risadas foram Extraordinário e Correr ou Morrer. O primeiro, pela inocência e piadinhas que alguns dos personagens faziam, e o seguindo por algumas frases engraçadas e sarcásticas ao longo do livro. Mas nada era realmente humor.

    • Infanto-juvenil:
    Extraordinário (preciso parar de falar desse livro ein) e Os Contos de Beedle, o Bardo.

    • Não é tudo isso:
    Um Amor para Recordar. Gostei? Adorei, mas não é tudo isso que algumas pessoas falam, sobre ser o ápice dos livros de romance ou coisas desse tipo.

    Bate bola de personagens:
    • Melhor personagem masculino: Thomas, de Maze Runner.
    • Melhor personagem feminina: Mariam, de A Cidade do Sol.
    • Personagem mais chato: Annabel, a mãe da Lena da trilogia Delírio.
    • Personagem mais perturbador: Se eu falar a Tris de Divergente vocês vão me matar? As escolhas e os motivos dela me perturbaram nos três livros.
    • Personagem que mais me identifiquei: Auggie, de Extraordinário.
    • Paixão do ano: Maxon, de A Seleção

    • Pior Livro do Ano:
    Convergente. Por motivos de: eu esperava mais, esperava explicações melhores e mais interessantes do que as que foram dadas. Não, aquele spoiler que todo mundo sabe não é a pior coisa do livro.
     
    • Melhor Livro do Ano:
    Difícil escolher um, já que quatro dos livros que li esse ano entraram pros meus favoritos. Mas vou ficar entre Correr ou Morrer e Insurgente. Ambas as distopias foram maravilhosas, deixaram a minha cabeça a mil e ao final fizeram meu cérebro explodir!

    Viram só como não li nada ruim esse ano? Claro que meus escolhidos para essa retrospectiva ficaram meio repetitivos, mas o que vou fazer se gostei de verdade desses livros, ein? Hehe. E você aí, quais os melhores e piores livros que leu em 2014? Me contem aí nos comentários.


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    Adeus, 2014. Olá, 2015!


    Antes de mais nada: Feliz Ano Novo pessoinhas do meu coração! 2014 com toda a certeza foi o ano de segurar os forninhos. Eita ano que eu não via a hora de acabar! Aconteceu tanta coisa difícil, que foi bem tenso esperar os 12 meses passarem. Claro que aconteceram algumas coisas boas, consegui realizar algumas coisas que desejava, mas acho que colocando tudo numa balança, os momentos difíceis infelizmente foram maioria. Mas bola pra frente, não é mesmo?

    Não sou de montar lista de metas para o ano que se inicia, mas ao ver um post parecido com este no blog Caos Criativo, senti vontade de fazer esse balanço do ano que passou. E convido você a fazer uma reflexão sobre tudo de bom e ruim que aconteceu no seu ano de 2014. Vamos lá?

    Retrospectiva Literária – 2013.


    Vi essa tag (?) lá no blog Quase Inédita há alguns meses e simplesmente pensei "Preciso fazer isso!" e tcharan, aqui estou! A maioria dos tópicos foram criados pela Tary do Doces Rodopios (que eu conheço da época de Flogão, hahaha!) e tomo a liberdade de postar aqui no Obsessive Jerk com algumas modificações.

    Livros lidos em 2013:
    • Crescendo (Becca Fitzpatrick);
    • O Caçador de Pipas (Khaled Hossein);
    • A Hospedeira (Stephenie Meyer) - releitura;
    • Fazer Acontecer (Julio Ribeiro);
    • As Vantagens de Ser Invisível (Stephen Chbosky);
    • O Que É Marketing (Raimar Richers);
    • A Esperança (Suzanne Collins);
    • Propaganda Subliminar Multimídia (Flávio Calazans);
    • O Caso dos Exploradores de Cavernas (Lon L. Fuller);
    • A Doce Sinfonia do Seu Silêncio (Luciana Scotti);
    • Desventuras em Série: Mal Começo (Lemony Snicket);
    • A Culpa É Das Estrelas (Joshn Green);
    • Cidade das Cinzas (Cassandra Clare);
    • A Seleção (Kiera Cass);
    • Diários do Vampiro: Reunião Sombria (L.J. Smith);
    • Desventuras em Série: A Sala dos Répteis (Lemony Snicket);
    • A Elite (Kiera Cass);
    • Ouro (Chris Cleave);
    • Quem é Você, Alasca? (John Green);
    • Deslembrança (Cat Patrick);
    • Feliz Ano Velho (Marcelo Rubens Paiva);
    • Meninas da Noite (Gilberto Dimenstein);
    • A Revolução Dos Bichos (George Orwel);
    • Fiquei Com o Seu Número (Sophie Kinsella);
    • Delírio (Lauren Oliver);
    • A Mediadora: A Terra das Sombras (Meg Cabot).

    • O casal mais apaixonante:
    Com certeza o casal mais apaixonante dos livros que li esse ano é Maxon e America, de A Seleção. Ok, eles não são exatamente um casal, mas a gente sabe que America tem aquela quedinha brusca pelo príncipe, e o príncipe por ela, e eu pelo príncipe (KKKKK). Em A Elite Maxon meio que desiste de correr atrás da America, mas mesmo assim ele consegue ser perfeito nas coisas que faz por ela, por seus amigos e pela família dela *-* Ah, menção honrosa para Poppy e Sam de Fiquei com o Seu Número <3

    • Virei a noite lendo:
    Eu sempre leio de madrugada, então não posso levar esse tópico ao pé da letra KKKKK Mas os livros que eu não tirei os olhos enquanto não li inteiro foram os dois da trilogia A Seleção. Sério, li cada um em 2 dias, o que é um baita recorde para mim que sou bem lerda, hehe. A escrita da Kiera é extremamente envolvente, e o fato de não haver grande passagem de tempo nos livros também influenciou para que eu não aguentasse deixá-los de lado. Menção honrosa para Delírio que depois da metade me prendeu demais!

    • Chorei de soluçar:
    O Caçador de Pipas. Impossível não chorar com esse livro maravilhoso! Principalmente com a história de Hassan, um menino que faz de tudo pelo amigo rico, é vítima de estupro e sofre a vida  inteira, enquanto poderia estar nos EUA junto com seu verdadeiro pai! É um livro um tanto quanto inquietante já que fala de culpa, arrependimento e outras coisas. Além do que já citei, o arrependimento de Amir e a história de vida dele com o pai me fez chorar horrores! Acho que esse foi o único livro no qual chorei de verdade esse ano (fora umas lagriminhas aqui e ali em A Esperança). E não, A Culpa é das Estrelas não me fez chorar.

    • Livro irrelevante do ano/O mais chato:
    (Juntei dois tópicos em um). O Caso dos Exploradores de Cavernas. Li esse livro por indicação (a.k.a imposição) da minha professora de Ética Profissional, e puts, que coisa mais chata! Um livro baseado em depoimentos de advogados e juízes sobre um caso de assassinato e canibalismo envolvendo exploradores que passaram dias presos em uma caverna. Além de chato, não entendi metade do que estava escrito ali por ser algo voltado para o Direito, hehe. 

    • Grifei:
    Na verdade eu não grifo meus livros, hehe. E acho que não muitos dos livros que li têm passagens ou citações dignas de serem grifadas. Mas vamos dizer que algumas passagens de A Culpa é Das Estrelas foram realmente muito bonitas! Ah, e O Caçador de Pipas também!

    • Soco no estômago:
    Meninas da Noite. Pra quem não sabe, é uma reportagem feita por um repórter da Folha de São Paulo que passou vários meses no norte e nordeste do Brasil investigando os casos de exploração sexual de mulheres e meninas, principalmente nas zonas de garimpo. O mais chocante de tudo é ler as histórias de meninas de 9, 10 anos que sequer tiveram a primeira menstruação mas já vendem o corpo. Foi um livro que li por indicação da professora da mesma professora lá de cima, e mesmo eu não curtindo Jornalismo, gostei muito.

    • Decepção do Ano:
    Deslembrança. O livro tinha tudo para ser bom: Uma proposta diferente, um enredo bacana, mas a autora se perdeu ao desenvolver a história. Nada foi realmente esclarecido, as coisas aconteceram muito rápido, e o desfecho da história foi o mais corrido possível. Até foi gostoso de ler, mas a história decepcionou demais =/

    Abandonei:
    Não abandonei nenhum livro esse ano, uhules! Apesar de que alguns, principalmente os que li pra faculdade, me deixaram muito tentada, hehe. Ah é! Teve Bela Maldade, que eu li um capítulo mas tive que parar pra ler um da faculdade e não retornei a ele. Mas ainda voltarei a lê-lo, hehe.

    • Morri de rir:
    Fiquei com Seu Número. Nunca tinha lido nenhum chick-lit. Eu tinha muita curiosidade de ler algo do gênero, mas imaginava que seria algo que não me agradaria. Muito pelo contrário! Eu gostei muito e dei muitas risadas! Além de achar algumas partes fofas na medida certa *-* Aliás, logo pretendo comprar mais livros do gênero, hehe.

    • Infanto-juvenil:
    Desventuras em Série. Li os três primeiros livros da série (tem resenha dos dois primeiros aqui no blog) e achei muitíssimo engraçado! O jeito leve como o autor trata temas pesados é muito interessante, pra ser sincera ás vezes é até meio estranho. [Ainda] Não entrou pra minha lista de séries favoritas mas me agradou muito!

    • Não é tudo isso:
    A Culpa é das Estrelas. Toooodo mundo se emociona, chora, rí e fala muito bem desse livro. Eu até gostei! Mas não achei tuuudo isso que as pessoas falam não. Talvez foi porque eu estava com muitas expectativas a respeito dele... Enfim, não sei. O livro é bom mas é bem previsível.

    Bate bola de personagens:
    • Melhor personagem masculino: Maxon, de A Seleção.
    • Melhor personagem feminina: Gente que coisa difícil! Não consigo escolher entre a Bonnie, de Reunião Sombria ou a Lena de Delírio.
    • Personagem mais chato: Marcelo Rubens Paiva. Não dá! Não consigo gostar de um livro dele! Fora que Feliz Ano Velho, como biografia que é, me fez perder a paciência. A história do livro em sí é boa, não dá pra negar que o cara sofreu na vida, mas não deu pra mim.
    • Personagem mais perturbador: Charlie, de As Vantagens de Ser Invisível. Primeiro o jeito que é a narrativa, depois tudo o que ele sofreu... Me deixou pensando durante uns 3 dias.
    • Personagem que mais me identifiquei: Vish... Acho que a Suzannah de A Mediadora. Por causa das coisas que ela passava na antiga escola e etc. Mas não me identifiquei suuper com nenhum personagem esse ano, me identifiquei um pouco com vários, pode ser?
    • Paixão do ano: Minha paixão literária do ano foi o Príncipe Maxon. Mas se contar releituras, Ian de A Hospedeira é meu marido eterno KKK.
    • Pior Livro do Ano:
    Disputa difícil essa. Mas como  já citei O Caso dos Exploradores de Cavernas como o mais irrelevante, vou colocar Crescendo como o pior. Apesar de eu ter dado 3 estrelas no Skoob, não tem jeito, eu não consigo sequer gostar da escrita da Becca Fitzpatrick muito menos dessa história (que, me desculpem os fãs, eu considero parecida demais com Crepúsculo). Nem o Patch que habita os sonhos das leitoras não faz nem cócegas no meu imaginário, acho ele forçado e estereotipado demais!
     
    • Melhor Livro do Ano:
    O Caçador de Pipas. Arrependimento eterno de não ter lido esse livro antes! Simplesmente lindo e bem escrito, apenas apaixonada.

    Nem li tanta coisa quanto eu esperava... Mas li 25 livros, 5 a mais que ano passado. Ano que vem pretendo chegar nos 30, se a faculdade deixar :'(