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UM BREVE COMENTÁRIO: Batman vs Superman


Olha elaaaaaa (que não é nem fã de super-heróis) indo ao cinema ver Batman vs Superman: A Origem da Justiça! Já adianto que esta breve review será feita com o olhar de uma espectadora comum, nem leitora das HQs, nem fã do universo DC, nem fã dos personagens apresentados no longa, que apenas acompanha por cima todo este universo e assistia a desenhos animados quando criança, ok?

Dito isto, posso começar dizendo QUE. FILME. INCRÍVEL! Sinceramente, eu e o pessoal que fomos ao cinema, acabamos vendo este filme por pura curiosidade mesmo, e por ser o que mais batia com nosso horário, e acabamos saindo do cinema surpresos e muito contentes por termos feito uma escolha mais do que acertada, haha.

O confronto entre Superman (Henry Cavill) e Zod (Michael Shannon) em Metrópolis fez com que a população mundial se dividisse acerca da existência de extra-terrestres na Terra. Enquanto muitos consideram o Superman como um novo deus, há aqueles que consideram extremamente perigoso que haja um ser tão poderoso sem qualquer tipo de controle. Bruce Wayne (Ben Affleck) é um dos que acreditam nesta segunda hipótese. Sob o manto de um Batman violento e obcecado, ele investiga o laboratório de Lex Luthor (Jesse Eisenberg), que descobriu uma pedra verde que consegue eliminar e enfraquecer os filhos de Krypton.
O filme é bem longo - tem duas horas e meia de duração - e consegue de forma resumida, mostrar a origem tanto do Batman quanto do Superman, além da vida que eles levam nos bastidores. Vemos a morte dos pais do Homem Morcego (interpretados por Jeffrey Dean Morgan e Lauren Cohan, ambos de Supernatural e The Walking Dead) e seu trabalho em Gotham City. Ainda no decorrer do filme conhecemos melhor a vida do jovem Clark Kent, jornalista filho de fazendeiros do Kansas.

Sim amigos, ao contrário do que muita gente nas internets está dizendo, tem barraco confusão e gritaria pancadaria entre Batman e Superman. Muita, aliás! E devo nesse momento fazer uma crítica: o motivo da trégua entre os dois foi muito nada a ver e mudou muito repentinamente as atitudes do Homem Morcego, o que soou bem falso.

Outro ponto um tanto quanto negativo do filme foram algumas partes confusas, como flashbacks e sonhos bem esquisitos, que acabam confundindo a mente do espectador, mas que sim, fizeram sentido no decorrer da história. Mas o ponto alto de tudo é a chegada da Mulher Maravilha rainha sambando na cara duzomi tudo!

Acho que sou Team Wonder Woman, haha.

E sim, habemus surpresas neste filme! O final é simplesmente angustiante e surpreendente, e o último take deixa um mistério enorme no ar, que faz com que todos fiquemos enlouquecidooooos aguardando pelos futuros filmes da Liga da Justiça. Por favor DC, agiliza isso aí!

Ah... Como boa indecisa que sou, não consegui escolher um lado: Team Batman ou Team Superman. Confesso que pendo mais para o lado do senhor Kent, porém, o justiceiro de Gotham também tem seus encantos. E você, qual o seu Team? (Tenham em mente que eu também não tenho lado na Guerra Civil, portanto Indecisão é meu segundo nome haha).


MINHA CLASSIFICAÇÃO:


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Muito amor pelo novo CD da Hilary Duff


Estava aqui tentando lembrar de quando conheci a Hilary Duff e simplesmente não sei! Deve ter sido pelos filmes dela que passavam na Globo (tipo Lizzie McGuire ❤), mas não sei ao certo. De qualquer maneira, me recordo que ela foi uma das atrizes e cantoras que mais marcou a época em que comecei a usar internet em casa, pois sempre que eu gostava de um artista queria saber tudo sobre a vida dele, colecionar fotos e alugar todos os filmes. Tanto é que o primeiro CD original (porque não tá fácil pra ninguém né migos) que comprei foi Dignity, oito anos atrás (!!!).



Depois de tooodo esse tempo, após se casar (e mais recentemente se divorciar), dar a luz ao lindo Luquinha, ficar um pouco sumida até dos cinemas, eis que a rainha volta não somente com um álbum inédito, mas também uma série nova (mas isso é assunto para outro post). Claro que a Hil conseguiu deixar os fãs surtando de expectativa, até porque todos sabiam desde o começo de 2014 que o álbum estava sendo produzido, mas nunca saia a previsão do lançamento.


Depois de tanta espera, finalmente mês passado "Breath In. Breathe Out" estreou! Trazendo composições da própria Hilary (o que já tinha acontecido em With Love), uma composição especial do Ed Sheeran ("Tattoo") e Tove Lo ("Sparks"), além da participação de Kendall Schmidt da banda Big Time Rush ("Night Like This"). Preciso nem dizer que superou todas as expectativas, não é mesmo? E aliás, deixou de fora duas músicas que já haviam sido lançadas como single ("Chasing the Sun" e "All About You") o que deixou todo mundo bastante surpreso.



Claro, tenho que reconhecer que a propaganda do Tinder na primeira versão do clipe de "Sparks" foi questionável, e a falta de divulgação do CD - somado à demora do lançamento e a grande divulgação da série Younger, na qual ela sequer é protagonista - chegou a nos deixar em dúvida sobre como Breathe In. Breathe Out seria, e o que ele poderia trazer para a carreira da Hilary. Mas felizmente somos surpreendidos!

Neste novo álbum dá pra ver como ela cresceu, tanto como cantora quanto como mulher nestes oito anos que se passaram desde o lançamento de Dignity. Completamente longe da influência da Disney, ou mesmo adolescente, com faixas dançantes e mais maduras, esse CD se destaca também por ter conseguido manter a identidade da cantora, que já tinha sido mais explorada no outro disco. E foi assim que a Hil conseguiu ficar durante todo o mês de junho no TOP das rádios americanas! 



E aí, ficou curioso pra conferir o álbum completo da diva? Simples! Se você tiver conta no Spotify basta clicar aqui e conferir tudinho (sim, eu quase morri quando o álbum foi lançado nas lojas e de cara lá também #vicio). E se você já ouviu, me conte qual sua música favorita! Porque eu simplesmente não consigo escolher nenhuma! Talvez Sparks porque é super viciante, mas todas são muuuito boas!

BIG REVIEW — Doctor Who (2005): 3ª temporada.


Eu acho que ninguém lê esses posts barra review que faço das temporadas de Doctor Who. Mas é algo tão divertido de se escrever! Se você não tem nenhum interesse pelas temporadas de Doctor Who, eu te entendo! Não precisa ter vergonha de comentar em outro post aqui do blog não, viu? Estou fazendo esse post mais para quem tem vontade de ver a série mesmo, e também para me divertir. Sonho com o dia em que alguém vai aparecer e me contar que começou a ver a série por minha causa, haha (Jéssica sabe sonhar alto).

Se você é uma das pessoas lindas que sentem vontade de assistir essa série sambista britânica, pode conferir as reviews que fiz da 1ª e 2ª temporada de Doctor Who clicando aqui e aqui respectivamente. Ah! A série reestreou ontem na Tv Cultura, ás 20hrs! Aproveite e acompanhe a maratona! Mas chega de enrolação e vamos ao que interessa né?


Vale relembrar que no último episódio da 2ª temporada nossa (não tão querida da minha parte) Rose Tyler (Billie Piper) finalmente deixou de ser a companion do Doctor de uma maneira um tanto dramática, já que de onde ela está, nunca mais poderá encontrar o senhor do tempo novamente. Mas preciso dizer que o Doutor (David Tennant) supera a Rose meio rápido, viu? Logo no episódio de Natal - The Runaway Bride - ele conhece a diva linda maravilhosa sambista arrasadora rainha Donna Noble (Catherine Tate) e a convida para ser sua nova companion. MAS PASMEM: ela não quer viajar por aí conhecendo o tempo e o espaço, ela quer mais é ficar em casa com sua mãe e tentar arrumar um namorado, pra realizar seu sonho de se casar. Mas mesmo assim o aconselha não viajar por aí sozinho, que ele precisa de uma companheira para "pará-lo" quando fosse necessário. Essa mulher é uma lindeza, né? Mas ela é assunto para outra review.

No primeiro episódio Doctor conhece a estudante de medicina Martha Jones (Freema Agyeman, a Larissa de The Carrie Diaries) e fica encantado com sua inteligência e perspicácia em ajudá-lo a descobrir porque cargas d'água o hospital em que ela trabalha foi teletransportado para a Lua e logo a convida para ser sua companheira. Ao contrário de Donna, o espírito aventureiro de Martha fala mais alto, e logo ela e Doctor formam uma dupla, Smith & Jones.

NOVOS PERSONAGENS

O que falar da Martha Jones, a companion mais desvalorizada pelos fãs da série? Pois saibam que para mim ela foi infinitamente melhor que Rose Tyler. Eu simpatizei mil vezes mais com a inteligência dela e a ajuda que ela sempre dava ao Doutor, do que com as encrencas em que a Rose se metia. E digo mais: das 4 companheiras de Doctor que já assisti, ainda não encontrei nenhuma que a tire da segunda colocação do meu ranking de favoritas.

Ao contrário de Rose que sentia uma atração por Doctor e nunca teve coragem de admitir ou tornar esse sentimento mais maduro, Martha se apaixona por ele e confessa seu sentimento. Mas é a rejeição (falando assim parece que ele a chutou, mas não, ele só não correspondia aos sentimentos dela) que faz com que ela desista de ser sua companheira, mas siga envolvida com essas histórias extraterrestres através da UNIT e posteriormente da Torchwood.

Nessa temporada são recorrentes também a mãe de Martha, Francine (Adjoa Andoh) que por ser extremamente preocupada com sua filha, acaba atrapalhando e muito ela e o Doctor. Capitão Jack Harkness (John Barrowman) que apareceu nas temporadas anteriores também é mais recorrente nesta - aliás descobrimos um fato sobre o futuro dele que é de dar um nó na cabeça de qualquer um, mas que explica algumas coisas das duas temporadas passadas.

HISTÓRIA + EPISÓDIO FAVORITO

Essa temporada, assim como as outras, tem episódios cujas histórias não estão exatamente ligadas ao conflito principal. Conflito esse que envolve o Primeiro Ministro recém eleito e adorado por todo o povo não só britânico, como de vários outros países, chamado Harold Saxon, que mais tarde descobrimos ser Mestre, o maior rival do Doctor de tooooda a história (não darei maiores explicações para não estragar a sua surpresa). Aliás, é através desse vilão que nesta e na próxima temporada começamos a entender melhor o passado do nosso querido time lord.

E essa temporada tão desvalorizada por alguns, abre um leque para duas histórias que serão muito importantes nas próximas temporadas: primeiro o Mestre e depois os Weeping Angels. Aliás, o primeiro episódio onde estes últimos aparecem - Blink - é tido por muitos como o melhor episódio de toda a série - para vocês terem noção de como o episódio é bom, Doctor e Martha aparecem durante sei lá, menos de 10 minutos dos quase 50 do episódio. Nem preciso dizer que esse é meu favorito, né?

Don't blink. Don't even blink. Blink and you're dead.

OPINIÃO GERAL

Como disse antes, é a temporada mais desvalorizada de Doctor Who, e devo admitir que teve o enredo principal mais fraco - apesar de tudo o que o Mestre representa, ele só foi introduzido nos últimos episódios e não teve a história fechada em 100%. Mas foi uma temporada repleta de aventuras e referências de cultura pop (incluso Harry Potter <3)

Martha Jones foi uma companion que ajudou muito Doctor nos desafios que encontrou durante a temporada, destacando-se por sua inteligência, ao contrário da companion anterior que sempre se metia em problemas que o Doutor tinha que resolver. Aliás, Martha teve um final muito mais digno do que a Rose, e volta a aparecer algumas vezes na próxima temporada da série, sambando, como sempre.

NOTA: 4.0

[Big Review] Doctor Who (2005) ▬ 1ª temporada.

 
Sinopse: Rose tinha uma vida normal: vivia com sua mãe, tinha um namorado e trabalhava em uma loja de roupas… até que o lugar foi explodido por manequins de plástico. No meio dessa confusão, ela conhece o Doutor, um homem misterioso que viajava pelo tempo e espaço em uma cabine azul. O que ela não esperava era acabar viajando com esse homem misterioso. Para o Doutor, Rose era sua tentativa de aproximar mais da humanidade e tentar esquecer cicatrizes de uma grande guerra. 

Há muito tempo sentia vontade de assistir Doctor Who, não só pelos comentários positivos que lia por aí, ou pelo imenso número de fãs que a série tem mundo a fora, mas principalmente pelo fato dela ser um dos marcos da história britânica e da ficção científica. Mas algo sempre me impediu de começá-la: não ia com a cara do 9th Doctor (esse da foto acima). 

Descobri então que haviam três maneiras de começar: pela série antiga (o que estava fora de cogitação, já que os primeiros episódios datam da década de 60 e tem mais de 26 temporadas); pela primeira temporada da série atual ou pela 5ª temporada, quando entra o 11th Doctor, interpretado por Matt Smith. Maaas eu queria ver o 10th Doctor, que ficou na série durante as temporadas 2, 3 e 4, interpretado pelo David Tennant. 

O que eu resolvi então? Tomar coragem e começar da primeira temporada da nova série, com aquele Doutor que eu não ia com a cara, e com o pensamento de "vou aguentá-lo só por uma temporada". Imaginem então o tamanho da surpresa que tive ao me encantar e apaixonar pelo 9th Doctor quase de cara! Engraçado, irônico, perspicaz e fantastic, não teve como resistir aos encantos e sorrisos dele.


Os Personagens:
Rose é uma jovem comum de 19 anos que sempre sentiu-se frustrada pela sua rotina nada emocionante, por isso não pensa duas vezes quando o Doutor a convida para ser sua acompanhante. É meio irritante, principalmente com sua mania de tentar interferir em tudo e acabar se metendo em encrenca, ou fazendo tudo errado. Mas ao mesmo tempo consegue ser cativante e esperta, estando sempre pronta para ajudar quando o Doutor precisa. Um dos episódios mais emocionantes da temporada envolveram a história dela, e acho que a partir daí comecei a gostar mais da personagem.

O Doctor... Ah, esse é aquele tipo de personagem que consegue te cativar em poucos segundos, com apenas uma frase ou um sorriso no rosto. É extremamente misterioso, e vamos conhecendo-o aos pouquinhos durante os episódios (e mesmo assim não conhecemos muito sobre o passado dele). Em alguns momentos é chamado de covarde e de assassino por seus inimigos, mas demonstra sensibilidade e arrependimento por coisas que fez em seu passado, e está disposto a tudo para salvar os habitantes do universo, em especial a humanidade. 

Nessa temporada são recorrentes também Jackie, a mãe de Rose e extremamente implicante com o Doutor; Mickey, o namorado que no começo só atrapalha, mas em alguns episódios é de extrema importância; E os Daleks, rivais dos Time Lords e motivo da extinção da raça do Doctor.


Daleks.
A História:
Durante essa temporada somos introduzidos aos poucos no universo dos Time Lords (Senhores do Tempo), uma raça - da qual o Doctor é o último sobrevivente - que adquiriu o poder de viajar e manipular o tempo e o espaço. No decorrer dos episódios descobrimos também que esta raça foi exterminada durante a Última Grande Guerra do Tempo pelos Daleks, que supostamente também haviam sido extintos.

Doctor e Rose viajam para o passado  - chegando a conhecer o autor Charles Dickens e a Segunda Guerra Mundial - e para o futuro - como o dia da destruição da Terra pelo Sol e o ano 200.000 - sempre encarando ameaças que buscam destruí-los ou à todas as coisas vivas. Além disso, o mistério principal da série nesta temporada envolve o nome Bad Wolf, que coincidentemente aparece em todos os lugares para onde Doctor e Rose vão.

1x09 - Empty Child: Sem dúvidas, o melhor episódio.

Opinião Geral:
A série só engrena a partir do episódio 08, tendo a partir daí uma sequencia de episódios maravilhosos. O melhor de Doctor Who é que ele mistura mistério, comédia e emoção em apenas uma fórmula. Acho que isso que o torna uma ficção científica única e tão amada mundialmente. 

Apesar dos efeitos especiais toscos (por favor, é 2005 e a verba da série também não era tão grande), consegue passar um quê de realidade em seus roteiros. E apenas com uma temporada nos faz ficar com aquela vontade de entrar na Tardis e viajar por aí.

Minha avaliação: 4,5 / 5



Impressões e Comentários: The O.C. (1ª Temporada).

Acho que fui um dos poucos adolescentes/pré-adolescentes que não acordavam cedo para assistir séries no SBT aos domingos. Imagino que seja porque sempre fui muito preguiçosa, haha. Mas agora estou numa vibe de querer assistir séries "antigas", ou simplesmente fazer maratona de alguma série, e 10 anos depois eis que comecei a assistir The O.C. Confesso que tive dois empurrõezinhos para assistir a série: minhas BFFs viciadas.

Chega de blá blá blá e vamos à minha review? Super pessoal - e longa - mas garanto que nada cansativa. Espero que gostem, e também que o post ajude quem quer começar a acompanhar a série, hehe.

Sinopse: Ryan Atwood é um adolescente problemático, filho de uma mãe alcoólatra, que sempre se mete em roubadas que, ao chegar em Orange County com Sandy Cohen, um advogado público idealista que evita que Ryan vá para a prisão, convida-o para viver em sua mansão (devido ao fato de Sandy se identificar com Ryan na sua adolescência).
Kirsten Cohen, a esposa perfeita de Sandy, não fica feliz com a mudança. Sua maior preocupação é que o comportamento deste afete seu único filho, o adolescente Seth, um nerd sonhador, ingênuo e apaixonado pela colega de escola, Summer Roberts, uma popular patricinha.
Enquanto isso, Marissa Cooper, a garota da casa ao lado e melhor amiga de Summer, namora o atleta de pólo aquático Luke Ward (um garoto que a trai o tempo todo) e vive num mundo de fantasia e luxo. Até que seu pai, Jimmy Cooper, se envolve em um escândalo financeiro e perde todo o dinheiro da família. O mundo idealizado por Marissa cai em ruínas e sua mãe, Julie Cooper, uma mulher interesseira que só pensa em dinheiro, se encarrega de separar a família, que até então parecia "perfeita".

Os personagens:

Logo de cara, gostei muito do Ryan, em especial por tudo o que ele já passou em sua vida e com sua família desajustada (que por sinal o abandonou quando ele mais precisava). Só o fato desse abandono já faz da série algo super dramático, e confesso que nos primeiros episódios esse drama todo me deixava muito tensa. Os únicos momentos alegrinhos partiam das falas do memorável Seth Cohen, mas eu não conseguia relaxar da tensão, ficava esperando alguma coisa horrível acontecer com eles a qualquer momento.

Uma pessoa que senti antipatia de cara foi a Summer. Sempre exibida, sempre se sentindo a mais linda e importante de Orange Country, sempre nas baladinhas tensas e sempre esnobando o lindinho do Seth. Mas a personagem cresceu, e muito, durante a temporada. Lutou pelo amor do Seth (do seu jeito, claro) e deixou de ser uma desmiolada, mostrando seu lado inteligente e apaixonado.

Já Marissa... Olha, eu sabia muito podre dela quando comecei a ver a série, coisas que nem são spoiler porque acho que todo mundo sabe. No piloto tive uma péssima  impressão dela, mas no segundo episódio passei a vê-la por outros olhos. Achei que ela e Ryan poderiam dar algo bom, ser um casal interessante. Mas poucos episódios foram o suficiente para me fazer mudar de ideia. Dizem que Marissa para as pessoas é 8 ou 80: ou você a ama ou você a odeia.

Os episódios e as atitudes dela me fizeram odiá-la. Suas escolhas sempre acabavam afetando Ryan, deixando-o mal ou tento alguma  interferência grave na vida das pessoas ao seu redor. Não dá, Marissa Cooper seguiu em queda livre no meu conceito. Tendo chegado ao fundo do poço naquela história com o Oliver, o obcecado.

E o que falar da família Cohen? Apenas apaixonei. Quero uma família dessa pra mim! Quero encontrar meu Sandy/Seth. Quero ser uma Kirsten nessa vida! Assim que Sandy decidiu levar o menor infrator abandonado (Ryan) para sua casa, fiquei encantada! E o encanto só aumentou com a aceitação da Kirsten (os episódios em que ela demonstra o amor que tem pelo "novo filho" me fazem chorar horrores) e do solitário Seth, que logo o acolheu como um irmão.


Sobre a história:

Bom, é um pouco difícil falar da história de uma temporada sem dar nenhum spoiler, por isso me limitei a falar dos personagens e só vou comentar a história vagamente.

Toda a história do Ryan com sua família me deixou um tanto quanto abismada. Não queria acreditar que a mãe teve coragem de abandoná-lo assim, e as razões para que ela fizesse isso. Claro que quando ela descobre o que aconteceu com Ryan, ela o deixa ficar com os Cohen para ter uma vida melhor. Isso me surpreendeu, imaginei que ela iria arrumar um jeito de dar algum golpe na família rica.

Ainda falando do Ryan, seu plot com a Teresa me irritou um pouco. Até certo momento achei útil para a história, sendo algo que o remetia de volta ao Chino, à sua  antiga vida. Mas depois de alguns acontecimentos, isso passou a me irritar demais. E a atitude dele no último episódio da temporada me deixou p*** da vida!

Só me acostumei com Seth e Summer juntos próximo ao final da temporada. Até hoje penso se ele não estaria melhor caso ainda estivesse com a Anna. E por queeee tiraram a Anna da série? Odiei, odiei o fim que deram à personagem, que era uma das minhas favoritas. Falando nisso, Luke, que era um personagem em ascensão, também não teve um fim digno. Acho que esses dois deveriam ter permanecido na série.

Marissa e seus problemas. No começo eu me sentia tocada por aquilo, e via razão/motivos em boa parte das atitudes dela, mas depois do caso do Oliver (é, acho que foi o personagem que mais odiei na história das séries) ela passou a me dar nos nervos com seus draminhas desnecessários. Claro que a mãe de Marissa, Julie, era péssima, mas acho que ela exagera em alguns momentos.

A primeira temporada trata em sua grande parte dos problemas em família que os quatro protagonistas - e seus amigos - passam. Além claro de toda a introdução do garoto pobre do Chino à uma sociedade rica e até então unificada.

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E você, qual série já finalizada tem vontade de assistir? Me digam nos comentários!