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5 vezes que a vida me fez gótica rockeira

~{Antes de mais nada, o título do post não passa de uma zoeira, ok? Aliás, o post todo se trata de uma brincadeira sobre o Dia do Rock, portanto não o levem tão a sério}~

Hoje é Dia do Rock, bebê! E como já é de costume aqui no blog, vai ter post falando sobre rock n' roll sim, e se reclamar vai ter dois (oiq)! Aproveitei essa ideia maravilhosa que foi o Meme do mês de Julho do Rotaroots, dei uma pequena adaptada, para contar pra vocês de onde vem essa tendência gótica, rockeira e vampira que habita o meu ser. Que tal descobrir mais sobre o que deu origem a toda essa trevosidade? Continuem lendo o post!

5. Quando a Morgana era minha personagem favorita em Castelo Rá-Tim-Bum.
Claro que eu gostava muito das crianças, em especial do Nino, mas minha personagem favorita do Castelo Rá-Tim-Bum sempre foi a Morgana! Ficava o episódio todo esperando para ver a cena dela no quarto com a Adelaide (e ficava triste porque ela interagia pouco com as crianças, confesso), onde contava suas aventuras de quando era uma jovem bruxa, ou dava aulas de história para a gralha do jeito mais divertido! Sem dizer que o visual exagerado da personagem me encantava e era um tanto quanto gótico (afinal, boa parte dos bruxos da ficção também são). Além de me iniciar no mundo gótico, ela também foi a primeira bruxa que gostei, o que abriu as portas para a saga Harry Potter (e o Severus Gótico Snape, meu favorito desde sempre), por exemplo.

4. Quando eu era L-O-U-C-A pela novela O Beijo do Vampiro.
Quando eu tinha entre 8 e 9 anos começou a ser transmitida a novela mais épica (fantasiosa, doida e nada a ver com nada, se formos olhar para trás) de todos os tempos! Foi O Beijo do Vampiro que deu início à minha fase noveleira e desencadeou um amor platônico pelo Kayky Brito. Mas quando se trata de ser rockeira e gótica... Eu adorava o visual dos vampiros da novela, com muito roxo, muito preto e muita maquiagem com direito ás lentes brancas/acinzentadas. E apesar de ter o melhor pai do mundo, sonhava que um dia ia aparecer um vampiro para reclamar minha paternidade, ou simplesmente que um dia eu fosse passar na frente do espelho e não teria reflexo.
Claro que eu também era viciada na trilha sonora (ainda tenho os CDs, haha). Ficava horas e horas escutando, e não preciso nem dizer que quanto mais dark a música, mais eu gostava, né? E ah, comecei a ver a novela por causa da minha mãe que era fã de Vamp (inclusive ela ia me dar o nome da protagonista Natasha, tá bom pra vocês? haha) então é de família essa vampiromania ~entendedores entenderão~.

3. Quando eu me sentia adolescente e rockeira por assistir Malhação e cantava ao som da Vagabanda.
Quase dois anos depois que O Beijo do Vampiro terminou, estreou a 11ª temporada da Malhação, uma das melhores até hoje e acho que a primeira que assisti. Mas o foco aqui não é a nostalgia, e sim todo o rock and roll que a Vagabanda e a trilha sonora em geral despertavam dentro de mim! Adorava a Natasha, e apesar de ainda ser uma menininha de 10 anos, queria um dia ter todo aquele estilo e atitude rocker que ela tinha. Aliás, em todas as temporadas (da época de ouro, claro) a Malhação se destacava pra mim por ter as melhores trilhas sonoras, as quais eu colecionava e me sentia super rockeira ao ficar escutando, hehe.

2. Quando me tornei emuxinha, ouvia Marilyn Manson e tirava foto fazendo biquinho.
Minha fase rockeira passou um pouco depois da fase Malhação, mas uns 3 anos depois voltou com força total (e está aí até hoje) quando estava na moda ser emo (não que emo e rockeiro sejam a mesma coisa). Mas devo confessar que eu era um emo meio fake, porque não ouvia nada que a galera escutava, só fingia ser fã, tirava as famosas fotos fazendo biquinho (que graças a Deus foram deletadas há tempos) e odiava minhas amigas que estavam na fase do pagode, haha. Já Marilyn Manson foi algo que marcou bastante porque vamos combinar que as músicas dele são simplesmente das trevas!Algumas dão medo de verdade.

1. Quando eu comecei a assistir Supernatural e descobri o que era rock de verdade. 
Foi mais ou menos em 2008 que o momento em que descobri o que era rock and roll de verdade chegou, quando descobri mais sobre os bons e velhos clássicos (antes, Queen já era minha banda favorita), por influência da série mais maravilhosarrr da minha vida: Supernatural. A trilha sonora da série somada à todo o estilo, principalmente do Dean, fizeram com que eu me apaixonasse pelo bom e velho rock n' roll. Foi a série que mudou minha vida e REALMENTE me fez rockeira, de uma vez por todas, de verdade dessa vez.

E vocês miguxos, quais foram os fatores decisivos na sua vida para que você se tornasse esse ser emo gótico rockeiro e vampiro que você é hoje? Haha mas falando sério agora, o que mais te influenciou a gostar de Rock? Conte pra mim nos comentários!

O Rotaroots tem o objetivo de resgatar a época de ouro dos blogs pessoais, incentivando a produção de conteúdo criativo e autoral, sem ser clichê e principalmente, sem regras, blogando pela diversão e pelo amor. Se você também quer participar e tornar esse mundo blogueiro um pouco mais old school, participe do grupo no Facebook.

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3 Livros que Mudaram Minha Vida

Dia 23 de abril foi o Dia Mundial do Livro, e em homenagem a esse dia tão especial para nós leitores, o pessoal do Rotaroots criou este meme. Ele não só nos faz pensar em todos os livros que já lemos na vida, mas também mostra para aqueles que não tem o hábito da leitura como estes "amontoados de páginas" podem mudar ou marcar nossas vidas de infinitas formas.

O primeiro colocado eu não precisei nem pensar duas vezes antes de escolher! Tenho muito orgulho de dizer que mudou minha vida, e me ajudou no pior momento que já enfrentei. Confesso que para os outros dois tive que pensar um pouquinho mais, mas definitivamente foram livros que me marcaram e que mudaram minha forma de ver o mundo. Quer saber quais são?


3. O Caçador de Pipas - Khaled Hosseini
"Por você, faria isso mil vezes"

É a leitura mais recente dos três livros que escolhi para esse meme/tag, li no comecinho de 2013. Foi um amor inesperado, já que ganhei de amigo secreto na faculdade e naquele momento meio que "não gostei do presente", sabe? Na verdade esperava ganhar um dos livros que tinha pedido, hehe. Acho que todas as minhas amigas leram ele no ensino médio, menos eu (tem alguns outros que todos leram naquela época e eu não). Mas acredito que a demora valeu muito a pena, porque li esse livro na época certa da minha vida. Não sei dizer ao certo o que O Caçador de Pipas mudou dentro de mim. Eu  poderia apontar para o fato de que me fez gostar mais de dramas, e vira e mexe sinto vontade de ler algo triste e tocante como ele. Sei também que diversas passagens da história me tocaram como nenhum outro livro tocou. Toda a tristeza, a pena, o carinho que eu sentia pelo Hassan, os momentos em que odiava o Amir criança, as dúvidas do Amir adulto, sua relação com seu pai já idoso... Nossa. Foi definitivamente um dos livros mais tocantes que li na vida! Acho que ele tocou num ponto onde nenhum livro tinha me tocado antes, mesmo tendo lido outras histórias tristes antes desse.


2. O Diário de Anne Frank - Anne Frank
"A gente não faz ideia de como mudou até que a mudança já tenha acontecido"

Li O Diário de Anne Frank pela primeira vez em 2009, e foi algo tão encantador e ao mesmo tempo tão triste, tão impressionante... Sempre gostei de estudar a Segunda Guerra Mundial, e ler a história de uma adolescente que como eu tinha problemas com a mãe, curiosidades, vontade de ter amigas, um namoradinho entre outras coisas típicas da idade, me fez  sentir com profundidade tudo aquilo que a Anne estava contando naquelas páginas.
Anos depois reli e devo confessar que já um pouco mais madura, não consegui sentir de novo boa parte daquele encanto da primeira vez. Talvez porque a essa altura eu já tinha lido outras obras mais "profundas" sobre a Guerra, de pessoas que conviveram com maiores atrocidades que a Anne, mas mesmo assim continua sendo uma das obras mais tocantes sobre o tema, não é a toa o renome mundial que tem.
E nada me faz esquecer o quão marcante foi essa leitura pra Jéssica de 14/15 anos, muito menos a admiração e carinho que tenho por Anne Frank e sua história de vida, tanto que continua sendo um dos meus favoritos até hoje.


1. Crepúsculo - Stephenie Meyer
"E então o Leão se apaixonou pelo Cordeiro..."
 
Pode rir, sentir vergonha alheia ou o que quiser, mas o livro que definitivamente mudou a minha vida foi Crepúsculo, na verdade toda a saga.
Sei que não é a melhor história de vampiros do mundo, nem o melhor romance - tanto que nunca gostei muito de Bella e Edward, aqui é Team Jacob, bebê - e pra você a Stephenie Meyer pode até não ser uma boa escritora. Mas foram esses livros que me ajudaram na pior fase da minha vida. 
Descobri Crepúsculo na internet alguns meses depois do pior dia da minha vida: a morte da minha avó. Pelo pouco que entendo de psicologia, sei que eu estava entrando em depressão e nada que eu fazia conseguia afastar a dor da perda não só do meu coração, mas da minha cabeça. Quando comprei Crepúsculo e comecei a ler, foi encanto a primeira vista. Lembro como se fosse hoje toda a curiosidade, a empolgação, a animação, o encanto que essa história causou em mim. E naquele ela foi a única coisa que conseguiu me afastar de tudo de ruim que eu estava sentindo, passando e pensando.
Acho que li o livro umas 3 ou 4 vezes seguidas, até que minha mãe ficou com pena e me presenteou com Lua Nova (meu livro favorito da saga) que também li várias vezes seguidas. Foi essa história também que fez eu me encantar pela leitura - algo que estava "adormecido" em mim desde alguma época da infância. Então, se hoje eu estou mentalmente sã (por assim dizer) e sou apaixonada por livros, isso se deve à saga Crepúsculo.

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E aí pessoal, o que acharam desse meme do Rotaroots desse mês? Ele me fez relembrar tantas coisas! Boas e ruins, inclusive. Ah, se você gostou, sinta-se a vontade pra fazer no seu blog também, e não esqueça de deixar o link aí nos comentários para que eu possa conferir :)

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DISCOTECANDO #O3 - Músicas para sambar na cara da sociedade


O carnaval já passou, mas como dizia aquela música "Não deixe o samba morrer, não deixe o samba acabar" e quando isso se refere a sambar na cara da sociedade ou das inimigas, esse samba deveria ser contínuo e ininterrupto, um verdadeiro desfile de escola de samba!

Não é a toa que esse Meme de Fevereiro do Rotaroots me deixou tão animada! Como não amar preparar uma playlist marota e vida loka para afrontar as opiniões alheias, ein? Por isso divirtam-se com essas músicas especialmente selecionadas para mostrar para o mundo que você é simplesmente poderosa e atrevida!


1. Valesca Popozuda - Sou a diva que você quer copiar (Meu hit ultimamente). 
2. Britney Spears - Piece of Me (Falar de samba e não falar de Neyde, não é samba). 
3. Jessie J - Who's Laughing Now? (Pisando na cara dos haters). 
4. Demi Lovato - Really Don't Care (Status: Nem aí pras inimigas).  
5. Beyoncé - Crazy in Love (Foco nesse começo de música feat. desfile divoso).  
6. Queen - We Are the Champions (Hino de todas as vitórias da vida).  
7. Icona Pop - I Love It (Quem não ama sambar, não é mesmo?).  
8. Madonna - Material Girl (Samba sem Madonna, também não é samba).  
9. Wanessa - Shine It On (Manda mais samba que tá pouco!). 
10. Bon Jovi - It's My Life (Essa é minha vida migos, fazer o quê?).  
SAMBA BÔNUS: Valesca Popozuda e o Hino Beijinho no Ombro.
 
Ah, caso você prefira, pode ouvir no Spotify e também conferir as demais playlists que já rolaram aqui no blog. E aí, o que acharam dessa playlist baphônica? Sintam-se a vontade para criar sua própria playlist do samba, ou ainda, deixar mais sugestões de músicas para sambar na cara do recalque aqui nos comentários.
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7 músicas para cantar no chuveiro, no karaokê, na vida.


Um dos Memes do Rotaroots para esse mês é montar uma playlist com 7 músicas para cantar no karaokê. Já que eu só cantei num aparelho desses uma vez, há mais ou menos dez anos atrás - e ganhei de todos ozamigos, porque eu sou dessas - resolvi mudar, e fazer 7 músicas para cantar no chuveiro. Não sou muito de cantar em voz alta, mas algumas dessas músicas sempre me vêm á cabeça enquanto estou no banho, haha.

Acho que rolou uma pequena confusão mental aqui. 50% das músicas que escolhi para a playlist são extremamente bregas e retardadas. Mas fazer o que, já cantei e não nego.


TOP 5 — Programas de TV que marcaram a minha vida.


Vocês sabem que eu adoro uma nostalgia, né? Pois dos seis temas (que com a minha falta de tempo, só vi agora) do Rotaroots "5 Programas Que Marcaram a minha Vida" foi o que mais me empolgou! 

Usei um critério de escolha para não colocar minhas séries favoritas por aqui: Só valem programas que já foram encerrados. Assim a tentação de aumentar a lista de cinco para infinito, foi menor, haha. Mas chega de blablábla e venham curtir o pouco de vergonha alheia que tenho a compartilhar.



5. Chaves.
Nunca conheci ninguém que não gostasse ou nunca tivesse gostado de Chaves. Toda a inocência do menino do Oito e seus amigos Chiquinha e Quico, as impagáveis brigas de Seu Madruga e Dona Florinda, A Bruxa do 71 e todos os personagens inesquecíveis dessa história conquistam crianças e adultos há mais de 40 anos, e comigo não poderia ser diferente. Aliás, foi a partir daí que nasceu meu amor pelo México, país que mais sonho em visitar. Até hoje gosto de ler sobre a série, e assistir quando, do nada, pego ela passando na televisão. Fez parte da minha infância, da minha vida inteira, e até hoje me dá quentinho no coração <3


4. Castelo Rá-Tim-Bum.
O maior vício da minha infância com toda a certeza foi a TV Cultura. Além dos desenhos fofos, divertidos e educativos, Castelo Rá-Tim-Bum, o Menino de 300 anos, Biba, Pedro e Zequinha faziam minhas tardes mais felizes e mágicas. Meu maior sonho era ter a sorte daquele menino do episódio de Natal (que muitos dizem estar perdido) que segue o Ratinho até o Castelo e lá conhece toda a turma ~Foco na minha depressão por não ter ido naquela exposição~.  Devo confessar que até hoje me lembro dessa música durante os banhos e dessa ao escovar os dentes, e que ainda sinto medo do episódio do Lobo Mal (Menção honrosa para Mundo da Lua, Rá-Tim-Bum e Pequeno Urso).


3. Pânico na TV.
Antes de mais nada, devo dizer que pra mim o Pânico acabou em 2010. Saudades Sandálias da Humildade. Saudades Mendigo e GluGlu. Saudades Mulher Samambaia. Assistia religiosamente todos os domingos, não perdia um. Marcou tanto, mas taaaanto a minha pré-adolescência! Me lembro de que por várias vezes, lá em 2005, anotava as piadas que eles contavam pra poder contar prozamiguis na escola, haha. Era esse programa que alimentava meu dom (agora esquecido e abandonado) para comediante, e me arrancava boas risadas. Devo dizer que o Vesgo foi por muito tempo uma das minhas paixões platônicas, haha.


2. Xuxa Park.
Eu e a Rainha dos Baixinhos tínhamos uma relação complexa. Seus programas aos sábados me deixavam extremamente feliz, eu cantava, dançava e fazia estripulias em frente á TV. Mas quando terminava era um chororô só! Minha prima-vizinha tinha que me levar para ouvir todas as fitas da Xuxa incansavelmente, até que minha tristeza passasse. Sim, minha família faz piadas até hoje sobre isso. Mas mesmo assim, não gosto de negar todo o sentimento que eu tinha por ela quando pequena, afinal, fez de mim o que sou hoje. Me lembro até de quando deixei de gostar e de assistir o programa, de tão marcante que essa mulher foi na minha vida! Ah, essa foto foi escolhida a dedo, já que eu sonhava em ir pra Disney por causa dela, haha.
 
1. Rebelde.
Pra você caro leitor isso pode até soar vergonha alheia, mas pra mim não é: Rebelde foi a novela, série, programa de TV que mais marcou a minha vida. Quando estreou eu tinha 12 anos, e adorava ver esses adolescentes ricos e moderninhos falando sobre namoros, amizades e desilusões, chegava a me sentir mais velha, além de sonhar que um dia estudaria no Elite Way School e passaria situações como aquelas. Mais do que a novela, o que me marcou foram as consequências dela na minha vida: aprendi a ser quem eu sou, independente da opinião alheia. Além disso, todas as amizades que eu tinha naquela época (poucas e boas duram até hoje ), o Flogão, toda a alegria que eu sentia, tudo isso ficará para sempre na minha memória - eu literalmente era feliz e não sabia. E é claro que minha vida se resumia em comprar revistas e trocar cards (tenho todos até hoje e choro quando revejo, me julguem). Muita coisa mudou de lá pra cá, mas nada muda o carinho que sinto por essa novela - que estou baixando e revendo há algum tempo. Serei eternamente a única do grupo que amava a Lupita e a que ainda sonha com um Diego Bustamante em sua vida, ha!



Espero que tenham gostado desse post, porque eu simplesmente amei toda essa nostalgia! Ah, me contem nos comentários quais programas mais marcaram a vida de vocês! E claro, quem quiser fazer esse post em seu blog, mesmo sem participar do Rotaroots, fique a vontade!

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[TOP 5] O que todo mundo ama e eu odeio.

Desde que conheci o blog da Sernaiotto vejo ela falar do grupo Rotaroots, e tive muita curiosidade e vontade de participar. Pois bem, esse final de semana fui lá, na cara e na coragem, e pedi pra entrar pro grupo. E não é que me aceitaram?

Como o Obsessive Jerk é mais voltado para o entretenimento (livros, séries e músicas), eu decidi que, assim como eles sugerem, irei adaptar um pouco as blogagens coletivas e memes para os temas do blog. Não sei se vou conseguir fazer todos à risca, mas sempre que fizer isso irei deixar o link do grupo no post.

Bom, chega de ladainha. A blogagem coletiva desse mês, como o próprio nome já diz, consiste em reunir tudo aquilo que a maioria das pessoas gostam, menos eu. Vem conferir as minhas respostas!


01. Hush, Hush - Becca Fitzpatrick.
Conheço muitas blogueiras que amam de paixão essa série, mas olha, não desceu. Achei muito parecido com Crepúsculo e eu sou dessas fãs que não curte ver seus queridinhos servirem de inspiração para outras obras. Além do mais, achei os livros muito chatinhos, e em alguns momentos sem pé nem cabeça. Tenho os 3 primeiros livros em casa (li até o 2º), comprei por curiosidade mesmo, mas me dei conta de que nunca vou lê-los :x