Título: Supernatural - Nunca Mais
Autor: Keith R. A. DeCandido
Editora: Gryphus
Ano: 2013
Páginas: 194
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Sam e Dean vêm à cidade de Nova Iorque para verificar a casa assombrada de um roqueiro local. Mas antes que eles possam descobrir por que uma banshee apaixonada em uma camiseta heavy-metal dos anos 80 está se lamentando no quarto, um crime muito mais macabro chama-lhes a atenção. Não muito longe da casa, dois estudantes universitários foram espancados até a morte por um estranho agressor. Um assassinato, que é bizarro mesmo para os padrões de Nova Iorque, é o mais recente em uma série de crimes que os irmãos logo suspeitam serem baseados nos contos horripilantes do lendário escritor Edgar Allan Poe.
Como boa fã de Supernatural, há muitos anos via os livros dessa coleção - baseada na série, e apresentando histórias entre os episódios - e ficava extremamente chateada por nenhuma editora ter se proposto a trazer esses livros aqui para o Brasil. Mas a linda feat. maravilhosar Gryphus fez esse imenso favor aos hunters brasileiros e começou a traduzir e publicar essa série de livros, yey! (E espero que continuem lançando porque pelo que me lembro, lá nos EUA existe praticamente um livro por temporada, hehe).
A história se passa mais ou menos no meio da segunda temporada da série, onde Dean e Sam recebem uma ligação de sua amiga Ellen Harvelle que pede para que os rapazes vão até Nova York e resolvam os problemas que um amigo de Ash está tendo com sua casa sendo assombrada por uma fantasma muito louca. Sam aproveita a oportunidade para investigar alguns assassinatos curiosos que leu no noticiário e que aparentemente são fruto de algum obcecado tentando ressuscitar Edgar Allan Poe.
Chegando na Big Apple, Dean fica um tanto quanto irritado com as complicadas ruas e avenidas da cidade, o que o obriga a deixar Sam dirigir na maioria do tempo. Após uma breve investigação, os rapazes descobrem qual o ritual de ressuscitação que alguém está fazendo para trazer de volta Edgar Allan Poe, que de acordo com o diário de seu pai não funciona. A partir disso eles passam a tentar impedir o maluco de prosseguir matando pessoas de acordo com as histórias dos livros do autor.
XXX, o amigo de Ash é um caso a parte. Rockeiro, responsável pelo melhor café que os Winchesters já experimentaram, toca numa banda (por sinal péssima) e é dono de uma casa enorme. Dean mal acredita na grande e incrível coleção de fitas, discos, CDs e pôsters de rock n' roll que ele possui em sua sala. Não precisa nem dizer que aquele lugar se torna o paraíso para o Wichester mais velho, não é?
Como era de se esperar, o livro não é muito recomendável para quem nunca assistiu a série, porque o autor não se prende muito a apresentar personagens. O que é algo positivo para os fãs, que podem apreciar mais da história sem "perder tempo" com a descrição de personagens que já conhecem de longa data. Por isso, o livro é basicamente um novo episódio, tanto pelo tempo da sua narrativa quanto pelos motivos que já citei.
Confesso que fui muito surpreendida, porque esperava algo mais simples e bobinho, principalmente no que diz respeito à narrativa do autor, mas que nada! Ele conta a história de maneira muito divertida e cíclica, mesmo alternando entre os pontos de vista de Dean e Sam, o que também se assemelha à série.
Confesso que achei o desfecho das duas "histórias" do livro um tanto quanto previsíveis e um pouco mal desenvolvido - tudo se resolve em uma ou duas páginas, enquanto eram mistérios em todo o decorrer do livro. Mas mesmo assim gostei muito da história e recomendo super para quem gosta da série!
A história se passa mais ou menos no meio da segunda temporada da série, onde Dean e Sam recebem uma ligação de sua amiga Ellen Harvelle que pede para que os rapazes vão até Nova York e resolvam os problemas que um amigo de Ash está tendo com sua casa sendo assombrada por uma fantasma muito louca. Sam aproveita a oportunidade para investigar alguns assassinatos curiosos que leu no noticiário e que aparentemente são fruto de algum obcecado tentando ressuscitar Edgar Allan Poe.
Chegando na Big Apple, Dean fica um tanto quanto irritado com as complicadas ruas e avenidas da cidade, o que o obriga a deixar Sam dirigir na maioria do tempo. Após uma breve investigação, os rapazes descobrem qual o ritual de ressuscitação que alguém está fazendo para trazer de volta Edgar Allan Poe, que de acordo com o diário de seu pai não funciona. A partir disso eles passam a tentar impedir o maluco de prosseguir matando pessoas de acordo com as histórias dos livros do autor.
XXX, o amigo de Ash é um caso a parte. Rockeiro, responsável pelo melhor café que os Winchesters já experimentaram, toca numa banda (por sinal péssima) e é dono de uma casa enorme. Dean mal acredita na grande e incrível coleção de fitas, discos, CDs e pôsters de rock n' roll que ele possui em sua sala. Não precisa nem dizer que aquele lugar se torna o paraíso para o Wichester mais velho, não é?
Como era de se esperar, o livro não é muito recomendável para quem nunca assistiu a série, porque o autor não se prende muito a apresentar personagens. O que é algo positivo para os fãs, que podem apreciar mais da história sem "perder tempo" com a descrição de personagens que já conhecem de longa data. Por isso, o livro é basicamente um novo episódio, tanto pelo tempo da sua narrativa quanto pelos motivos que já citei.
Confesso que fui muito surpreendida, porque esperava algo mais simples e bobinho, principalmente no que diz respeito à narrativa do autor, mas que nada! Ele conta a história de maneira muito divertida e cíclica, mesmo alternando entre os pontos de vista de Dean e Sam, o que também se assemelha à série.
Confesso que achei o desfecho das duas "histórias" do livro um tanto quanto previsíveis e um pouco mal desenvolvido - tudo se resolve em uma ou duas páginas, enquanto eram mistérios em todo o decorrer do livro. Mas mesmo assim gostei muito da história e recomendo super para quem gosta da série!
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