Autor: David Levithan.
Editora: Galera Record.
Ano de Lançamento: 2013.
Páginas: 280.
Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrar a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.
A é apenas um ser humano vivendo cada dia de uma vez, só que de uma maneira diferente. Ele não sabe como ou por que, mas todos os dias acorda em um corpo diferente. Pode ser menino, menina, rico, pobre, depressivo, gay... Só o que ele sabe é que todos esses hospedeiros tem a mesma idade que ele.
No passado, A desejou e tentou de algumas maneiras permanecer no mesmo corpo, mas nunca conseguiu. Com o passar do tempo aprendeu a não interferir na vida do corpo, apenas viver mais um dia e não mexer na vida desde. Isso até o dia 5.994, quando habitou o corpo do rebelde Justin e conheceu a encantadora Rhiannon.
O livro é repleto de passagens memoráveis, e retrata fielmente a vida de diversos tipos de adolescentes. Acredito que independente de quem você seja ou da sua historia de vida, você irá se identificar ou se comover com um dos corpos que ele habita (no meu caso, foi a depressiva Kelsea).
Não sou uma grande fã de romances, e o desse livro me irritou um pouco em alguns momentos. Achei meio improvável a maneira como A se encantou instantaneamente por Rhiannon, e esta também me irritou no começo, mas com o passar do livro desenvolvi um certo carinho por ela.
O desfecho do livro foi surpreendente, ou melhor, as escolhas feitas por A para tudo aquilo que ele julgava importante em sua vida me surpreenderam. A abnegação dele é extremamente comovente, e não há como conter as lágrimas nos últimos capítulos.
Apesar de ter dado 4 estrelas, a escrita de Levithan é extremamente cativante e criativa, assim como toda a história do livro. Mesmo tendo um final, Todo Dia deixa um gostinho de "quero mais" e alguns mistérios em aberto. Mas acho que esse é outro fator que dá tanta realidade ao enredo.
A é apenas um ser humano vivendo cada dia de uma vez, só que de uma maneira diferente. Ele não sabe como ou por que, mas todos os dias acorda em um corpo diferente. Pode ser menino, menina, rico, pobre, depressivo, gay... Só o que ele sabe é que todos esses hospedeiros tem a mesma idade que ele.
No passado, A desejou e tentou de algumas maneiras permanecer no mesmo corpo, mas nunca conseguiu. Com o passar do tempo aprendeu a não interferir na vida do corpo, apenas viver mais um dia e não mexer na vida desde. Isso até o dia 5.994, quando habitou o corpo do rebelde Justin e conheceu a encantadora Rhiannon.
O livro é repleto de passagens memoráveis, e retrata fielmente a vida de diversos tipos de adolescentes. Acredito que independente de quem você seja ou da sua historia de vida, você irá se identificar ou se comover com um dos corpos que ele habita (no meu caso, foi a depressiva Kelsea).
Não sou uma grande fã de romances, e o desse livro me irritou um pouco em alguns momentos. Achei meio improvável a maneira como A se encantou instantaneamente por Rhiannon, e esta também me irritou no começo, mas com o passar do livro desenvolvi um certo carinho por ela.
O desfecho do livro foi surpreendente, ou melhor, as escolhas feitas por A para tudo aquilo que ele julgava importante em sua vida me surpreenderam. A abnegação dele é extremamente comovente, e não há como conter as lágrimas nos últimos capítulos.
Apesar de ter dado 4 estrelas, a escrita de Levithan é extremamente cativante e criativa, assim como toda a história do livro. Mesmo tendo um final, Todo Dia deixa um gostinho de "quero mais" e alguns mistérios em aberto. Mas acho que esse é outro fator que dá tanta realidade ao enredo.




